Cada módulo tem o seu ofício, mas todos partem do mesmo princípio: guardas determinísticas bloqueantes, egress minimizado e um profissional como validador final.
Lê documentos clínicos, propõe as áreas de interesse do corpo do documento e tarja a identificação. O detector de PII é uma camada determinística e bloqueante, e o modelo é assistivo. A identificação do paciente é resolvida localmente e nunca passa pelo LLM.
Grava a consulta com duplo consentimento (médico e paciente), transcreve e diariza o áudio sempre localmente (o áudio nunca egressa) e cruza as medicações ditas com as notas do médico. Dose, quantidade e frequência são alto risco: o modelo é proibido de escrevê-las, a seção de medicações é renderizada de forma determinística, e a formalização trava até o médico confirmar cada item.
Lê a guia de autorização (TISS · SP/SADT com anexo de quimioterapia) a partir do raster das páginas, extrai e normaliza os campos. É gateado por RBAC, com papel definindo quem vê e quem opera o módulo, e com storage de arquivos cifrado.
Um chat de gestão para supervisores e gestores, ancorado só em indicadores agregados: ocupação, sessões, paradas, TUE e esperas de farmácia. Traz o método A3 e os cinco porquês, e separa com clareza a leitura do dado da sugestão de prática. Ele nunca inventa número e recusa qualquer dado individual de paciente.
Por padrão o provider é local: extração, transcrição e geração acontecem no servidor. Nenhum byte clínico sai.
Para usar nuvem, a cadeia de gates precisa estar satisfeita: teto do módulo, consentimento da org e autorização contratual. Na dúvida, bloqueia.
A tarja de PII e o status diagnóstico são regra no código, bloqueantes. O modelo é assistivo; nunca é ele quem decide o que pode sair.
No prontuário, transcrição e diarização são sempre locais. Só as etapas de texto podem ir à nuvem, sob guarda e mascaradas.
A IA produz rascunho. O profissional confirma e, nas medicações, item a item. A formalização não acontece sem essa etapa.
Toda saída para IA passa por um único choke point, com log de egress. O que saiu, quando e sob qual base fica registrado.
O vendor de nuvem é a OpenAI, sob base contratual, e é usado apenas quando os gates autorizam. Dado de paciente é dado pessoal sensível (LGPD, art. 5º, II), e a arquitetura o trata assim em repouso, em trânsito, em uso e no prompt.
A sala de quimioterapia acompanhada ao vivo, poltrona por poltrona.
O preparo da medicação em pipeline, etapa a etapa, com SLA e pausas justificadas.
Cinco dashboards clínicos calculados no servidor, a partir do log de eventos.
Análise determinística como fonte da verdade; o modelo de linguagem apenas verbaliza.
30 minutos. Uma conversa sobre a sua sala e o seu fluxo. Saímos da chamada com um diagnóstico inicial e os próximos passos por escrito.